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"Tantangan Timor Leste Makin Berat"
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"..fo-hanoin ba ukun nain sira nebe tinan tinan truka hela deit ministrus, atu hare ba povu nia moris nebe "kuaze 50%" povu sei moris iha linha pobreza nia laran..."
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quinta-feira, 23 de maio de 2013

Missão empresarial portuguesa em Timor-Leste analisa prioridades de investimento

23 de Maio de 2013, 06:38

Díli, 23 mai (Lusa) - Uma missão empresarial portuguesa, organizada pelo Banco Espírito Santo, chegou hoje a Timor-Leste para analisar as prioridades de investimento no país, nomeadamente nas áreas das infraestruturas e da habitação social.

"É uma missão empresarial grande e com muito interesse (...), o nosso objetivo como banco é, no fundo, perceber exatamente quais é que são as prioridades de investimento no país e que se enquadrem na estratégia de desenvolvimento", afirmou o diretor coordenador do departamento da Unidade Internacional Premium do Banco Espírito Santo, Ricardo Bastos Salgado.

A missão, organizada em conjunto com a Câmara de Comércio e Indústria Indonésia-Portugal, com o apoio das embaixadas de Timor-Leste em Lisboa e de Portugal em Díli, inclui 12 empresas portuguesas.

"Estamos com uma mente perfeitamente aberta para ver quais são os projetos de infraestruturas - e sabemos que há projetos de infraestruturas importantes para serem desenvolvidos -, mas também uma outra área que nos interessa olhar é a da habitação social e saber quais os projetos nesta área e como podemos participar", disse Ricardo Bastos Salgado.

No âmbito do plano de desenvolvimento aprovado pelo Governo de Timor-Leste estão previstas as construções dos novos portos, aeroportos e estradas do país.

Segundo o diretor coordenador do departamento da Unidade Internacional Premium do BES, há um "forte interesse" das empresas, que estão "expetantes" em relação ao potencial de Timor-Leste.

Timor-Leste, com pouco mais de um milhão de habitantes, tem crescido a um ritmo de 10 por cento nos últimos anos e aguarda a sua adesão à Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN), um mercado com 600 milhões de pessoas.

"É um país que tem potencial de desenvolvimento e há com certeza lugar para que as empresas portuguesas também participem nos projetos que sejam edificantes e prioritários na estratégia de desenvolvimento da República de Timor-Leste", afirmou.

Durante a sua estada em Díli, a missão vai participar, sexta-feira, numa conferência sobre "Mercado e Oportunidades em Timor-Leste", que vai contar com intervenções dos ministros das Obras Públicas, Agricultura e Pescas, Recursos Naturais e Petróleo, Educação, Saúde, Turismo, Transportes e Telecomunicações.

Na sexta-feira, a missão vai também participar em vários encontros para ficar a conhecer os serviços de registo de empresas, alfândegas e impostos, a lei do investimento e a política de terras e propriedades.

Os empresários portugueses vão também reunir-se com a Câmara de Comércio e Indústria de Timor-Leste e com a Associação das Mulheres Empresárias.

MSE // ARA

Lusa/Fim

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Portuguese companies to tap into RI’s business potentials

Linda Yulisman, The Jakarta Post, Jakarta | Headlines | Tue, May 21 2013

Paper Edition | Page: 3

Following in the steps of its European neighbors, dozens of Portuguese firms are visiting Indonesia to seek business partnerships and explore untapped local business opportunities.

The delegation, touted to be the biggest Portuguese business mission to the country, highlighted its new interest in Indonesia, predicted to be among the world’s 10th biggest economies within the next decade, Portuguese Ambassador to Indonesia Joaquim Moreira de Lemos said on Monday.

Last week, an Italian delegate held a business forum in Jakarta. Delegates from Denmark and Norway had talks earlier.

At present, Portuguese firms focus more on other regions, such as Europe, Africa and South America, and invest heavily in countries like Angola, Mozambique and Brazil, Lemos added.

“Portugal wants to be a part of Indonesia’s presence in order to contribute to the construction of its future. […] We would like to have the opportunity to show the excellence of what we do,” he told a business seminar at the Investment Coordinating Board (BKPM) office in Jakarta.

The delegation comprises 28 firms working in various areas, ranging from fish processing, pulp and paper, construction, machinery production, engineering consulting and banking, most of which have a strong overseas presence, such as Portugal’s first private bank Banco Espirito Santo, major engineering and management consultant Consulgal and intelligence security management firm Vision-Box.

Ambassador Lemos said that current bilateral trade was “unsatisfying” apparently because Indonesia was not among investment destinations for Portuguese firms despite the fact that both countries had ties dating back five centuries.

Portugal cut diplomatic ties after Indonesia invaded East Timor (a former Portugal colony and now Timor Leste) in 1975. The two countries restored ties in 1999 after East Timor gained independence through a referendum in the same year.

Bilateral trade stood at US$108.99 million last year, down 36.36 percent from a year earlier, with Indonesia exporting $81.05 million of goods and commodities and importing $27.94 million, Trade Ministry data shows.

From 2008 to 2012, there was no investment from Portuguese firms, although the country’s investment outflow to the world topped $24.6 billion within the period, according to the BKPM. The firms picked the US, Uruguay, Mozambique, Brazil and Spain as favored places to invest during that period.

Apart from boosting trade, Portuguese firms are keen to invest in Indonesia in the future as the fast-growing economy offered myriad opportunities in vast areas, particularly in infrastructure, Lemos said. Teaming up with Portuguese counterparts, Indonesian firms could also go overseas in places where a foothold had already been established by the former, Lemos added.

Indonesian Ambassador to Portugal Albert Matondang, meanwhile, said the current financial crisis in Europe, including in Portugal, could serve as a cue for businesspeople from both countries, which traditionally largely focused on neighboring countries and regions, to step up commercial ties.

“In the past, they gained more benefits with this business choice. However, with the current economic challenges, such a practice doesn’t ensure the sustainability of business,” he said.

Rogerio Monteiro Nunes, the president and CEO of Consulgal, which has expertise in design and project management of infrastructure construction, said that Indonesia presented huge business potentials for his firm because to connect its more than 17,000 islands, massive development of infrastructure would be necessary.

Source: www.thejakartapost.com

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Encontro do MNE timorense Jose Luis Guterres com Presidente Cavaco Silva

Timor-Leste disponível para ajudar empresas portuguesas na expansão para a Ásia - MNE timorense


LUSA

Economia, Negócios e Finanças

Timor-Leste disponível para ajudar empresas portuguesas na expansão para a Ásia - MNE timorense


http://www.impala.pt  // 13h35 // 17 Maio 2013


O ministro dos Negócios Estrangeiros timorense transmitiu hoje ao Presidente da República de Portugal, Cavaco Silva, a "disponibilidade completa" de Timor-Leste para ajudar as empresas privadas portuguesas a expandir-se para a Ásia.

Lisboa, 17 maio (Lusa

Em declarações aos jornalistas no final de uma reunião com o chefe de Estado português, José Luís Guterres disse ter falado com Cavaco Silva da integração regional de Timor-Leste na ASEAN [associação de nações do sudeste asiático] e da "disponibilidade completa" do país para que o setor privado português - empresas grandes, médias "e mesmo pequenas" - possa contar com Timor-Leste "na sua expansão na Ásia". 

"A Ásia é uma economia dinâmica, que tem tido crescimento durante décadas", disse o chefe da diplomacia timorense, recordando que também Timor-Leste tem tido um crescimento médio de 10% nos últimos anos, o que lhe permite ter o plano de, em 2030, fazer parte dos países de rendimento médio-alto. 

Na reunião de hoje, o Presidente e José Luís Guterres lembraram a história das relações luso-timorenses, nomeadamente a solidariedade que o Governo e o povo portugueses manifestaram após o massacre de Santa Cruz, em 1992, quando Cavaco Silva era primeiro-ministro, disse o ministro. 

Manifestando satisfação por o chefe de Estado acompanhar de perto o desenvolvimento timorense, José Luís Guterres afirmou: "Sentimo-nos felizes e honrados por continuar a contar com o apoio fraterno e a profunda amizade de Portugal e do povo português para com Timor-Leste. 

Numa referência à sua viagem de trabalho a Portugal, que começou na quarta-feira e termina no sábado, o ministro disse que "o balanço é excelente". 

José Luís Guterres disse ter-se reunido com a presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, com seu homólogo Paulo Portas e com os deputados da comissão parlamentar de Negócios Estrangeiros. 

"Em todos os encontros, a amizade e a fraternidade continuam a existir como sempre existiram nos momentos mais difíceis de Timor-Leste. É uma grande alegria para nós", concluiu o governante, acompanhado da embaixadora timorense em Lisboa, Natália Carrascalão. 

FPA // MLL 


José Luís Guterres anuncia missão empresarial portuguesa a Timor para o final do mês

16.05.2013 23:18 ECONOMIA



Timor-Leste quer tornar-se um destino para os investimentos privados de Portugal e da CPLP. Em visita de quatro dias a Portugal, o chefe da diplomacia de Díli diz que é preciso cultivar as relações que são mais do que comerciais com Lisboa. Ainda mais em tempo de crise. Por isso, o ministro José Luís Guterres anunciou que está já a ser preparada uma missão empresarial portuguesa a Timor para o final deste mês e que merece especial atenção das instituições timorenses.

http://sicnoticias.sapo.pt/economia

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Sonae MC exporta marca Continente para Cabo Verde e Timor



LISBOA – A Sonae prosseguiu a estratégia de internacionalização da sua área de retalho alimentar através da exportação de produtos das suas marcas alimentares para Cabo Verde e Timor em 2013. A aposta da Sonae MC no wholesale, que envolve também marcas de produtores nacionais, enquadra-se na estratégia de internacionalização da Sonae, que pretende explorar a excecional base de ativos e a capacidade de inovação que detém em Portugal através de modelos de expansão “capital light”.

Luís Moutinho, CEO da Sonae MC, afirma: “A Sonae e o Continente, enquanto líderes de mercado em Portugal, acumulam uma vasta experiência no desenvolvimento de produtos e de marcas. A nossa capacidade de inovação permitiu criar produtos e conceitos atrativos para consumidores e parceiros de outros países, bem como dar a conhecer marcas de produtores portugueses noutros mercados, criando assim valor para a economia nacional”.

A atividade de wholesale da Sonae MC aposta na gama de marcas próprias e exclusivas, bem como marcas de produtores portugueses, fruto das parcerias estabelecidas com um vasto conjunto de produtores nacionais. A oferta disponibilizada apresenta-se competitiva para exportação e tem cativado o interesse de retalhistas em novos mercados.


A internacionalização da Sonae MC está contribuir para o desenvolvimento de um vasto conjunto de empresas portuguesas, uma vez que a maioria dos produtos de marca própria Continente e das marcas exclusivas é produzida em Portugal.

Local.Pt

http://local.pt/sonae-mc-exporta-marca-continente-para-cabo-verde-e-timor/

East Timor’s oil fund totals US$13 billion in 1st quarter

MAY 14TH, 2013    NEWS

East Timor’s Oil Fund grew by US$1.2 billion in the first quarter of the year to US$13 billion at the end of March, said the East Timor Central Bankhttp://www.bancocentral.tl/ in Dili Monday.

According to the bank’s statement, gross monies paid into the Fund from royalties and taxes totalled US$946 million, and no funds were transferred to the State’s general account in the period.

In the first quarter of the year the return on the portfolio totalled US$264.8 million, which was a rise of 2.18 percent whilst the return on the reference package was 2.07 percent.

The Oil Fund Law was approved in 2005 in order to contribute to the effective management of Eat Timor’s oil resources.

The fund is managed by the East Timor Central Bank and the Finance Ministry. (macauhub)

www.macauhub.com.mo/en

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Fundo Petrolífero de Timor-Leste aumenta para quase 10 mil milhões de euros

Lusa
13 Mai, 2013

O Fundo Petrolífero de Timor-Leste aumentou 728,4 milhões de euros para 9,9 mil milhões de euros, segundo o relatório hoje divulgado na página oficial na Internet do Banco Central timorense.

O relatório relativo ao primeiro trimestre de 2013 refere que o capital do fundo em 31 de março era de 9,9 mil milhões de euros (12,98 mil milhões de dólares).

Segundo o documento, a entrada bruta de capital proveniente de impostos, royalties e outras receitas foi de 728,4 milhões de euros e as saídas de dinheiro foram de dois milhões de euros para "pagar a gestão externa e interna".

"Durante o trimestre não foram realizadas quaisquer transferências de fundos para a conta geral do Estado", refere o documento.

A Lei do Fundo Petrolífero foi estabelecida em 2005 com intenção de contribuir para a gestão eficaz dos recursos petrolíferos de Timor-Leste.

O fundo é gerido em conjunto pelo Banco Central de Timor-Leste, responsável pela gestão operacional, e o Ministério das Finanças, responsável pela gestão global.

Em agosto de 2011, o parlamento aprovou uma alteração da lei com o objetivo de flexibilizar a diversificação da carteira de aplicações, que, até àquela data, contava apenas com investimentos em títulos do Tesouro norte-americano, para aumentar o retorno dos investimentos.

http://www.rtp.pt/

sábado, 11 de maio de 2013

Kresimentu Eekonomia No Kualidade Moris Povu Timor

www.temposemanal.com.

Timor Leste mos nasaun ida nebe adapta medida GDP atu representa mudansa situasaun ekonomia nasional. Rekursu barak mak indika kona ba kresimentu GDP Timor iha tinan hirak ikus nee. http://data.worldbank.org rekorda resultado kresimentu ekonomia versaun GDP Timor Leste nebe  iha tinan hirak hikus nee hatudu sinal positivu. Annual persentagem GDP iha tinan 2005 (6.2%); 2006 (-5.8); 2007 (7.8%); 2008 (13.2%); 2009 (1.9%). Resultado ida nee hatudu iha mudansa no progresso ba ekonomia timor entre tinan 2007 too 2009.  Maibe  kresimentu ekonomia Timor versaun GDP, bele reflete duni kualidade moris ka lae? Pergunta nebe karik ita hotu hein atu hetan ninia resposta.

--------------> Lee artigu kumpletu iha nee <------------------->

Written by  Tempo Semanal 
Sunday, 12 May 2013 

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Missão Empresarial a Timor-Leste e Indonésia

2013-05-09

A AIP - Feiras Congressos e Eventos está a organizar, no âmbito do seu Projecto de Internacionalização, uma missão empresarial a Díli e Jakarta, de 13 a 28 de Junho, com o apoio da Embaixada de Timor-Leste em Lisboa e com a participação do Centro de Negócios da AICEP em Jakarta.

Timor-Leste espera que Portugal se afirme como um parceiro na construção do seu tecido empresarial, pelo que o espaço para as empresas nacionais, apesar da proximidade de economias dominantes como a Austrália e a Indonésia, está disponível e não inteiramente aproveitado. Timor-Leste constitui, por outro lado, uma plataforma privilegiada para os países da ASEAN, um dos mais dinâmicos blocos económicos emergentes.

Com uma economia em desenvolvimento, os processos de reconstrução e capacitação institucional e infra-estrutural têm sido uma aposta do Governo timorense. Os gastos públicos, suportados pelos ganhos com o petróleo, potenciam o clima negocial actual, propício às empresas que procurem diversificar mercados, estudar alternativas de internacionalização e estabelecer novas parcerias.

A Indonésia é um país rico em recursos naturais e debate-se com algumas dificuldades no que respeita à produtividade, formação e adequação de infra-estruturas, desafios que o Plano de Desenvolvimento do Governo indonésio prevê superar com a abertura ao investimento estrangeiro.

Com a disponibilidade de mão-de-obra jovem, a localização numa região com cerca de 16% das trocas comerciais mundiais e das mais rápidas na recuperação da crise mundial, a Indonésia potencia oportunidades de negócio para as empresas portuguesas, nomeadamente nos sectores da construção civil e obras públicas, máquinas, equipamentos e bens de consumo, com destaque para os bens alimentares, de entre outros sectores.

O Programa de actividades desta iniciativa inclui «briefings» de mercado com as estruturas de apoio empresarial locais, bem como reuniões bilaterais com empresas e/ ou instituições, de acordo com os objectivos traçados por cada participante. As inscrições estão abertas até 15 de Maio.

(c) PNN Portuguese News Network
---- http://www.jornaldigital.com