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Investir no futuro de Timor-Leste
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Timor-Leste acolheu a mais recente reunião trilateral da plataforma para o Desenvolvimento Económico Sub-Regional Integrado entre Timor-Leste, Indonésia e Austrália

Ai-han Timor Nian
Ramos-Horta
"Tantangan Timor Leste Makin Berat"
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"..fo-hanoin ba ukun nain sira nebe tinan tinan truka hela deit ministrus, atu hare ba povu nia moris nebe "kuaze 50%" povu sei moris iha linha pobreza nia laran..."
Australia-Timor Leste
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Empresários - Timor Telecom
Empresários timorenses e fundo das Fiji na corrida pela Timor Telecom
Timor-Leste - BAII
Timor-Leste inicia processo de adesão ao Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas
Timor-Leste - Maluku
Maluku kaji kerja sama dengan Timor Leste

segunda-feira, 29 de julho de 2013

MCIA está a estabelecer o programa da Loja para o Povo

30 de Julho de 2013, 01:26

O ministro do Comércio, Indústria e Ambiente (MCIA), António da Conceição disse que a sua instituição está a planear criar a loja para o povo a fim de trazer os produtos mais próximo do povo com preços mais acessiveis.

“Neste caso o Governo vai dar o seu voto de confiança às cooperativas que já têm o seu próprio capital, licença e estatuto de modo a tornar-se um parceiro do Estado porque o Governo não deve ser o patrono da loja”, explica o ministro.

A referida loja vai estar ligado às actividade cooperativas para que se possa desenvolver as mesmas e aumentar o sua capital financeiro e contribuir para as actividades de crédito e empréstimo.

Segundo a observação do ministro, o plano para o programa está a funcionar e da sua parte já tem identificado os grupos cooperativos, como por exemplo a cooperativa Caibana Uaimoa (Baucau), Iraluka (viqueque) e Lanamona (Maliana).

No próximo mês de Agosto o MCIA juntamente com o presidente da república, Taur Matan Ruak irão lançar a loja para o povo em Uato-Karbau, no distrito de Viqueque.

Sapo TL com STL

terça-feira, 23 de julho de 2013

East Timor businesspeople plan to promote coffee production in Mozambique

JULY 22ND, 2013    NEWS

A group of investors from Timor-Leste (East Timor) is expected to visit Mozambique in 2014 in order to promote coffee production for domestic consumption and export to the Asian market, the East Timor ambassador to Mozambique said.

Cited by Mozambican daily newspaper Correio da Manhã, ambassador Marina Alkatir also said that commercial feasibility and environmental impact studies would be carried out in several regions of Central and Northern Mozambique considered to be potential areas to produce organic coffee, “without causing much negative environmental impact.”

Alkatir noted that investors from East Timor would be part of a Timorese business mission that is due to visit Mozambique next year. The mission is expected to analyse other areas of potential investment in the agriculture and oil and gas sectors and to gather information about justice, higher education and police training.

The ambassador’s statement was made Wednesday in Maputo, on the sidelines of the first public-private economic and business meeting of the Community of Portuguese-Speaking Countries (CPLP) held with a view to setting up a new model for relationships and to speed up the processes of administrative, judicial, fiscal and customs reforms. (macauhub)

quarta-feira, 17 de julho de 2013

East Timor the Portuguese speaking country that grew the most from 2003 to 2010

East Timor was the Portuguese speaking country that posted the highest economic growth rate from 2003 to 2010, indicates a report released in Lisbon by Portugal’s National Statistics Institute (INE).

The study titled “Community of Portuguese Language Countries: brief statistical portrait” reports that East Timor posted an average annual gross domestic product (GDP) growth rate of 17.2 percent from 2003 to 2010, ahead of Angola (13.3 percent), Mozambique (7.4 percent) and São Tomé and Principe (5.6 percent).

East Timor’s economic growth is largely linked to the major annual growth in exports (32.7 percent), driven by oil and gas.

This strong growth contrasts with what is happening in Portugal, last on the list, with an annual growth rate of 0.7 percent.

Also in the economic growth category, Brazil posted a positive evolution of 4.4 percent and Guinea-Bissau 3.1 percent.

In 2010, GDP at current (nominal) prices for the group of Community of Portuguese Language Countries (CPLP) was an estimated US$2,470.625 billion, of which Brazil accounted for US$2,142.418 billion (86.72 percent).

Portugal ranked second, though far behind, with US$229.351 billion (9.28 percent), and Angola third with US$82.471 billion (3.34 percent).

The other member countries did not together account for 1.0 percent of the CPLP’s overall GDP.
Per capita GDP in 2010 was an average of US$10,105, with above-average figures only in Portugal and Brazil, with US$21,561 and US$11,086 respectively.

On the other hand, the countries with the lowest per capita GDP were Guinea-Bissau (US$547.2) and Mozambique (US$426.0).

The INE also reported that from 2003 to 2010 GDP in volume (real) posted a positive average annual variation rate in all the CPLP countries.

The original document can be obtained at http://www.cplp.org/Files/Filer/cplp/12CPLP_2012_201307.pdf

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Exportações de bens para Timor-Leste subiram 74% para 3,1 milhões de euros

Lisboa, 04 jul (Lusa) - As exportações de bens para Timor-Leste subiram 73,9% no primeiro quadrimestre deste ano, para 3,1 milhões de euros, o que melhorou a balança comercial em 57,5%, para 2,7 milhões de euros, segundo a AICEP.

Os dados sobre o comércio internacional português, compilados pela Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal com base nos números do Instituto Nacional de Estatística e do Banco de Portugal, e a que a Lusa teve acesso, revelam que no caso de Timor-Leste, cujos únicos dados disponíveis se referem à transação de bens (ao contrário dos restantes, em que entram também os serviços), as vendas portuguesas tiveram uma fortíssima subida, impulsionada pela venda de livros, aparelhos elétricos para telefonia ou telegrafia, vinhos e azeite, as quatro categorias de produtos mais exportados.

Assim, as vendas de Portugal para aquele país passaram de 1,8 para 3,1 milhões de euros, ao passo que as importações cresceram quase 400%, passando de 88 mil euros para 436 mil euros, nos primeiros quatro meses deste ano.

Ler mais: http://expresso.sapo.pt/exportacoes-de-bens-para-timor-leste-subiram-74-para-31-milhoes-de-euros=f818256#ixzz2YH5AWkDV

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Sectores privados da China e da CPLP defendem criação da moeda oficial de Timor-Leste

Díli – As delegações do sector privado da China e da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP) questionaram Timor-Leste acerca da aquisição de uma moeda nacional, com vista a fazer frente aos diversos problemas de desenvolvimento.

Desde a independência total de Timor-Leste, em 2002, que o dólar norte-americano é a única moeda legal para transacções comerciais no país. Os líderes timorenses, os peritos económicos e os cidadãos já discutem este assunto há muito tempo mas ainda não foi tomada nenhuma decisão.

A Conferência do sector privado da China e da CPLP em Díli, que teve início esta segunda-feira, 1 de Julho, e termina esta terça-feira, 2 de Julho, encorajou o povo timorense a adquirir a sua própria moeda oficial.

O responsável pela delegação do sector privado de Macau, Jackson Chang, disse que Timor-Leste deveria ter a sua moeda corrente, uma vez que o facto de utilizar o símbolo monetário de outro país irá sempre gerar dificuldades, nomeadamente no que respeita à inflação.

O vice-governador do Banco Central de Timor-Leste, Nur Alkatiri, disse que antes de o país tomar uma decisão final sobre o assunto precisa de realizar um estudo apropriado sobre o tema, diligência que a sua instituição já iniciou.

O Governo timorense continua a encorajar os investidores estrangeiros a estabelecerem negócios com o sector privado nacional. Desde a independência, as autoridades têm aberto a porta aos actores de mercados externos para que injectem capital no país, mas ainda não se registaram grandes investimentos. O sector privado nacional ainda apresenta fragilidades e o Governo tem prestado particular atenção ao seu desenvolvimento.

Durante o primeiro dia da Conferência, o Primeiro-ministro Xanana Gusmão disse que o mundo (incluindo a China e os países da CPLP) tem conhecimento de que o processo de desenvolvimento do país teve início a partir do zero. O Chefe do Governo timorense disse ainda que o Orçamento de Estado para este ano prevê atrair investimento estrangeiro mas também apoia os empresários locais.

Xanana Gusmão sublinhou que o evento em Díli serviu para discutir questões relevantes, que possam contribuir para o sector económico nacional.

O Executivo pretendeu sempre assistir ao crescimento do sector privado timorense, uma vez que o país precisa de empresários nacionais fortes no futuro, referiu o Chefe do Governo.

«Devemos continuar a prestar todo o apoio necessário ao nosso sector privado, incluindo o apoio financeiro através do crédito bancário», disse Xanana Gusmão.

No segundo dia da Conferência notou-se uma quebra acentuada na participação, por parte de actores do sector privado timorense. Muitos empresários nacionais não compareceram no encontro.

A secretária de Estado de Apoio ao Sector Privado, Venerando Lemos, cujo gabinete organizou e promoveu a iniciativa, mostrou-se desapontada com a abstinência dos actores económicos nacionais no segundo dia da reunião, dizendo que o sector deveria saber que este evento era de extrema importância para incrementar a capacidade de gestão dos seus negócios.

(c) PNN Portuguese News Network
http://www.jornaldigital.com/noticias.php?noticia=37127